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5 curiosidades perturbadoras sobre o afogamento


1 – Afogar-se em água doce e salgada é diferente

Afogar pode parecer “apenas” morrer pela entrada de água de pulmão, mas há um detalhe importante: quais substâncias estão nessa água? A resposta confirma o porquê de 90% dos casos de afogamento serem com água doce: a composição da água não-marítima se aproxima muito da do nosso corpo, o que a faz ser absorvida e entrar na corrente sanguínea. Com isso, nossos glóbulos vermelhos incham e estouram, causando falha de órgãos generalizada. Isso leva de 2 a 3 minutos. Enquanto isso, água salgada dificulta a absorção hídrica, pois o sal deixa o sangue mais grosso, e, portanto, ao invés de inchar, nossas hemácias “secam” – o que leva, por sua vez, de 8 a 10 minutos, um tempo maior para que ocorra um possível salvamento.


2 – O Mar Morto

Apesar disso, se você estiver no Mar Morto, situado entre Isreal e a Jordânia, é o sal que você deve temer, mesmo. Batizado com esse nome por ter uma salinidade tão alta que é difícil até mesmo tocar os pés na areia sob o mar, nenhum animal ou vegetal sobrevive à sua densidade. Beber poucos goles dessa água é o suficiente para desequilibrar completamente a corrente sanguínea, causando intoxicação, o que pode causar queimaduras internas e pneumonia química. Sobreviventes de afogamento no Mar Morto em geral levam um bom tempo para se recuperar, num processo bastante doloroso. Deu sede só de pensar.

3 – Afogamento atrasado

Essa perturbadora variação do afogamento normal pode ser bem exemplificada pela história de Johnny Jackson, um jovem autista de 10 anos da Carolina do Norte, nos EUA. Enquanto nadava, sob a supervisão da mãe, engoliu um pouco de água e tossiu. Depois de um curto intervalo, estava agindo normalmente, o que não chamou a atenção da mãe. Chegando em casa, a mãe lhe deu um banho e o pôs na cama. Quando voltou ao quarto, alguns minutos depois, encontrou o garoto espumando pela boca, com a face pálida e os lábios azuis. A água que havia inalado vagarosamente sugou o oxigênio de seus pulmões, num raro caso do problema chamado de “afogamento atrasado”.

4 – Tortura e pena de morte

O afogamento é usado há séculos como forma de tortura (visto em filmes comumente quando é colocado um pano no rosto do torturado e água é jogada infinitamente) e até pena de morte. Era usado principalmente em mulheres, crianças e homens ricos na antiguidade, por ser considerado uma forma sem sofrimento de morrer. Foram abolidos no século XVII, e populares principalmente durante a caça às bruxas, na Idade Média, e a Revolução Francesa, que inclusive teve em seu período o batismo de um famoso rio francês, chamado de “a banheira nacional”, onde afogamentos em massa aconteciam para punir pessoas que tivessem ligação com a monarquia derrubada.


5 – O lago sem fundo

Existem locais no mar e fora dele onde a profundidade é tanta que corpos submersos jamais são encontrados. Um deles é o lago Tahoe, nos EUA, com 501 metros de profundidade. Por ser incrivelmente frio e estar a quase 2 km acima do nível do mar, a pressão e temperatura não permitem que mergulhadores alcancem os corpos. Por sua vez, os cadáveres não boiam, como normalmente aconteceria, por causa das mesmas características. Normalmente, quando alguém se afoga os pulmões são enchidos de água, fazendo o cadáver afundar. Pouco tempo depois, bactérias causam fermentação e enchem o corpo de gases, fazendo-o flutuar. No caso do lago Tahoe, essas bactérias não conseguem sobreviver, então os corpos não boiam.

As 10 guerras e batalhas mais bizarras e desnecessárias da história


1 – Guerra do Lijar


Em 1883, o rei espanhol Alfonso XII visitou Paris e foi insultado e atacado pela população local. O pequeno desentendimento não abalou as relações entre Espanha e França, porém somente os moradores do vilarejo espanhol de Lijar se revoltaram e decidiram declarar guerra ao país vizinho.

Inclusive, com o apoio de 300 moradores, o prefeito da época assinou um documento oficial para declarar o seu rancor e hostilidade aos franceses. Durante 93 anos, não houve qualquer conflito e ninguém foi morto, já que as ameaças foram insignificantes aos franceses, e eles as ignoraram. Somente em 1981 um diplomata francês foi enviado a Lijar para resolver a questão e acabar com o mal entendido.

2 – Guerra do Barril


A história desse conflito é um pouco curiosa, quantas vidas humanas você acha que vale um barril? Nesse caso, valeu 2 mil mortes! Esse confronto teve início em 1325 quando os soldados de Modena, no território atual da Itália, invadiram Bologna e roubaram um barril de carvalho. Devido ao roubo, Bologna declarou guerra e enviou um exército para recuperar o tal artigo. Depois de 2 mil pessoas serem mortas, os Modeneses venceram o conflito e permaneceram com o estimado objeto, que até hoje está exposto na Torre do Sino.

3 – Guerra do Cão Perdido


Em 1925, um soldado grego ultrapassou a fronteira entre a Bulgária e a Grécia para procurar pelo seu cão perdido. Os solados búlgaros que viram o rapaz cruzar a fronteira não hesitaram e mataram o homem – que vale lembrar que ele só desejava recuperar seu cachorro. Como os dois países não tinham boas relações, o conflito foi declarado. O resultado disso foram mortos entre 50 e 120 soldados, grande parte sendo composta por cidadãos búlgaros, e o confronto terminou após fortes pressões internacionais, que condenaram os gregos em mais de R$ 170 mil em indenização aos seus oponentes.

4 – Guerra de 1812


Antigamente, o tempo que as nações levavam para se comunicar influenciava – e muito – no desenrolar dos confrontos. Em 1808, um confronto entre britânicos e americanos poderia ter sido evitado se o telefone, por exemplo, existisse na época.

Tudo começou quando o então presidente dos Estados Unidos, James Madison, removeu o chamado Ato do Embargo, que permitiu que outros países fizessem comércio na costa americana. Entretanto, os britânicos não aceitaram isso de modo positivo, e persistiram com ataques às embarcações norte-americanas.

Apesar disso, em 1812, o Reino Unido revogou as leis de ataque às embarcações, porém os Estados Unidos não ficaram sabendo da informação e, dois dias depois de os britânicos declararam a paz, os americanos declararam guerra ao país. O conflito durou aproximadamente dois anos e oito meses e teve mais de 3,8 mil soldados baleados, 18 mil mortes por doenças, além de inúmeros prejuízos para ambos os lados.

5 – Guerra dos 335 anos


Esse ficou conhecido como um dos “confrontos” mais longos do mundo, com 335 anos! Porém não pode ser efetivamente considerado um confronto, já que não houve mortes, apenas – várias – tensões políticas. Tudo começou quando os holandeses e os britânicos entraram em conflito pelo domínio das Ilhas Scilly, localizadas no sul do Reino Unido. Navios holandeses foram às ilhas e pediram indenizações pelas baixas sofridas na Guerra dos Oitenta Anos, porém nenhum acordo foi feito.

Assim, as embarcações voltaram aos Países Baixos. Como não existiram ações ofensivas, o conflito logo foi esquecido, dado como oficialmente encerrado em 1986 com um tratado de paz. O embaixador holandês Reub Huydecoper disse com bom humor após assinar o tratado que os habitantes das ilhas deviam viver em pavor por passaram mais de 300 anos “sabendo que podiam ser atacados a qualquer momento”.

6 – Guerra do Futebol


Nós – brasileiros – sabemos muito bem que o futebol é capaz de deixar as pessoas bem alteradas. Em 1969, as relações entre Honduras e El Salvador não andavam muito bem – que se agravou mais ainda pela rivalidade das nações no campo de futebol. Jogadores de Honduras foram maltratados nos hotéis de El Salvador e vice-versa.

Quando os dois times se enfrentaram na Cidade do México na Copa do Mundo de 1970, o governo de El Salvador cortou todas as relações com o povo de Honduras. Dezoito dias depois, os hondurenhos bombardearam El Salvador, confronto que deixou entre 6 e 8 mil mortos e levou 4 dias para ser encerrado após intervenção da Organização dos Estados Americanos. Quanto ao futebol, foi El Salvador que venceu a partida.

7 – Guerra dos Emus


Essa é o “conflito” mais bizarro desta lista, já que envolve seres humanos e pássaros raivosos. Em 1932, milhares de emus – são parecidos com avestruzes, porém um pouco menores – invadiram fazendas do interior da Austrália atrás de alimentos e de água. Como o volume de aves era enorme, os fazendeiros resolveram atirar nesses animais para afastá-los de suas propriedades.

Estima-se que aproximadamente 10 mil balas foram utilizadas, porém elas não conseguiram conter o avanço desses animais – que são extremamente rápidos. No total, acredita-se que 20 mil emus invadiram as plantações, sendo que só 2 mil deles foram abatidos. Depois de dias de lutas, os australianos simplesmente desistiram dos combates e as aves permaneceram nas fazendas.

8 – Guerra do Zanzibar


Essa é considerada a guerra mais curta de toda a história. Começou quando em agosto de 1896, Khalid bin Bargash assumiu o poder do arquipélago de Zanzibar após a morte do Sultão Hamad bin Thuwaini. Os britânicos, que eram os colonizadores do território, deram um ultimato para que Khalid desistisse do trono. Khalid, no entanto, não cedeu às pressões e, às 9 horas do dia 27, com o término do ultimato, os ingleses começaram a invadir o Palácio Real de Zanzibar.

Em poucos minutos, os mais de 2.800 soldados Zanzibaris foram neutralizados por ataques aéreos disparados pelos britânicos, que, às 9h e 45 minutos do mesmo dia, abateram a bandeira do Palácio e tomaram o poder. No total, a “guerra” durou 45 minutos, com cerca de 500 soldados mortos.

9 – Guerra do Porco


A guerra do porco foi um conflito entre o Império Britânico e os Estados Unidos, na disputa pelas Ilhas San Juan, situadas entre o território americano e canadense. As pequenas ilhas haviam ficado de fora do tratado de 1846, que definia até onde ia o território do Canadá (na época, parte do Império Britânico) e o território dos Estados Unidos.

Em meio à disputa não resolvida, tanto americanos quanto britânicos começaram a ocupar a região, com destaque para a inglesa Hudson’s Bay Company.

O conflito teve início 13 anos depois do tratado, em 1859, quando um americano, Lyman Cutlar, atirou e matou um porco que há algum tempo estava invadindo sua casa para roubar tubérculos. Cutlar, no entanto, não sabia que porco pertencia à Hudson’s Bay.

A empresa exigiu de Cutlar uma indenização, cuja o homem se recusou a pagar. Com isso, as autoridades britânicas ameaçaram prendê-lo, o que despertou a fúria das tropas americanas, que se posicionaram como forma de defender o território e a dignidade do cidadão.

Apesar das tensões, nenhuma bala foi disparada por nenhum dos lados, que meses depois decidiram negociar pacificamente uma resolução.

10 – Guerra da Moldávia-Transnistria


Este conflito teve início após a queda da União Soviética, quando a Moldávia estava divida entre pessoas que desejavam uma maior aproximação com a Rússia e pessoas que desejavam uma maior proximidade com a Romênia. Sem chegarem num consenso, os dois lados começaram a brigar entre si, eclodindo uma guerra.

Porém algo bastante diferente aconteceu na guerra que chamou bastante atenção foi que os soldados inimigos, costumavam se reunir em um território neutro todas as noites para beberem e conversarem, enquanto durante dia estavam nos campos de batalha uns contra os outros. Alguns chegaram a fazer pactos de solidariedade, para não atirarem caso se vissem durante o conflito.

5 fotos que são consideradas verdadeiras de alienígenas



5. Foto de pequeno ET tirada no Chile:



Esta foto foi tirada no Chile por uma senhora que insiste em dizer que não viu o pequeno ET atravessando a calçada entre os dois cavalos quando tirou a foto.  Só descobriu o que ela tinha captado após revelar o filme.

4. Alienígena no escritório do Diretor de Inteligencia Nacional:


Alegadamente esta foto foi tirada no escritório do Director of National Intelligence (Diretor de Inteligência Nacional), extraída de um vídeo feito de um alienígena que foi capturado.  A história reza que o homem que narra o vídeo sorrateiramente roubou o vídeo e o tornou público, e que o alienígena morreu logo após as tomadas de vídeo.


Esta é uma, de várias fotos, que foram tiradas no México. Não se sabe nada sobre o autor das fotos.

2. Alienígena do tipo gray, captado por câmera escondida:


Esta chapa, alegadamente, foi tirada por uma câmera filmadora escondida que um caçador deixou filmando em uma floresta dos Estados Unidos, para captar os padrões de migração de animais.  Quando finalmente revelou o filme, este amigável ser estava em alguns dos quadros.

1. Alienígena capturado à beira da morte:


Supostamente esta é uma foto de um ET que foi tirada logo antes de sua morte e autópsia. Não se sabe onde foi tirada.

O que os cientistas descobriram no oceano parece coisa de ficção científica



Depois de 1200 anos, pesquisadores encontram a cidade egípcia de Heracleion que desapareceu misteriosamente!


Foi há 1200 anos que a cidade egípcia de Heracleion desapareceu, engolida pelas águas do Mar Mediterrâneo. Conhecida pelos gregos como Thonis, ela acabou sendo quase esquecida pela própria história – agora uma equipe de arqueólogos está escavando e desvendando seus mistérios.


Uma mensagem horrenda estava escondida nesse hotel



Imagine-se chegando tarde num hotel. O recepcionista no balcão parece ser amigável. Ele lhe entrega sua chave, você pega um elevador e anda pelos corredores vazios até achar seu quarto. O local é tranquilo, quieto – até demais. Você senta na cama, liga a televisão, e a primeira coisa que aparece é uma ameaça sinistra de uma pessoa desconhecida, que definitivamente esteve no seu quarto.

Isso é exatamente o que ocorreu com uma mulher, quando ela se hospedou no hotel Whitemare Pool Travelodge em Gateshead, no Reino Unido. A mensagem aterrorizante que a mulher recebeu quando ligou a TV aparecia em qualquer canal, e não sumia.


          A mensagem na tela diz: “EU VOU TE ESTUPRAR.”

Ela informou, aterrorizada, o que ocorreu à equipe do hotel, que removeu as palavras da televisão e conferiu a ela um reembolso. Um porta-voz da rede Travelodge diz acreditar que um empregado, ou um hóspede anterior, utilizou o código do fabricante para hackear a TV e exibir a mensagem como uma piada.

Apesar de ter ficado com muito medo, a mulher disse que a equipe Travelodge tem sido “muito respeitosa” com ela, lançando uma investigação interna dentro do hotel, assim como o fabricante da TV. A rede Travelodge e a mulher concordaram que a polícia não precisava estar envolvida no caso.

O Macaco nem sabia que dava para fazer isso numa TV. Não seria mais eficiente escrever suas ameaças assustadoras no espelho do banheiro, como em todos os filmes de terror? De qualquer maneira, ninguém teria lidado com esse problema tão bem quanto essa mulher.

E você, o que faria se isso acontecesse? Chamaria a polícia?

10 comidas estranhas consumidas ao longo dos séculos


10. Geleia de bexiga de peixe


Os vitorianos são famosos por várias de suas contribuições ao mundo, como pianos de cauda, avanços no encanamento e dramas literários sobre as pessoas sendo deserdadas da sociedade. Mas nem todas as suas invenções são conhecidas, como é o caso da geleia de bexiga do peixe esturjão.

O processo envolvia o isolamento de uma substância chamada cola de peixe a partir da bexiga do animal. Era originalmente um ingrediente para fabricar – você acertou – cola, mas ganhou popularidade na Inglaterra como um produto alimentício no final do século 18. Até hoje, a geleia ainda é usada para fazer algumas cervejas e vinhos, incluindo cerveja Guinness. Para fazer geleias açucaradas, os vitorianos filtravam a cola de peixe com água, açúcar, suco de limão e frutas. Dava muito trabalho, mas tem gente que faz muito mais que isso para conseguir um docinho.


9. Muktuk


Para as pessoas que vivem no Ártico, o oceano é a maior fonte de alimentos. Tradicionalmente, as pessoas comecem muito peixe, incluindo baleias e focas. O muktuk é um prato que consiste de pele de baleia ainda com sua camada de gordura.
A pele da baleia-da-groenlândia é considerada a mais gostosa, ao lado do narval e da baleia-branca. O muktuk pode ser consumido de muitas maneiras diferentes: salgado, doce, frito ou em conserva. O sabor da gordura de baleia é descrito como sendo parecido com noz, com a pele sendo borrachuda.
Muktuk contém uma grande quantidade de vitamina C, que evita doenças como o escorbuto. Muitas culturas do Ártico têm suas próprias tradições para consumir o prato, como os aborígenes da Groelândia, os canadenses, os siberianos e os povos do Alasca. No entanto, nos últimos anos, a comida não tem sido tão consumida por causa da mudança nos gostos das novas gerações e das preocupações com toxinas no oceano.


8. Torta de vinagre


Ninguém sabe exatamente quem foi o primeiro a fazer uma torta com sabor de vinagre, ou onde, mas essa receita remonta pelo menos a meados de 1800. Talvez, o vinagre de maçã passou a ser usado como condimento porque era mais barato do que fruta ou suco de limão. Nos EUA, a torta de vinagre é apelidada de “torta de limão do pobre”.
Os americanos gostam muito e apresentam uma enorme variedade de tortas doces e salgadas. Durante a Grande Depressão, as pessoas misturavam bolachas e suco de limão para fazer um recheio com gosto de maçã. Nos últimos anos, a torta de vinagre tem experimentado uma renovada popularidade, com alguns restaurantes servindo versões gourmet com vinagres balsâmicos.


7. Salada de gelatina


Em 1950, a mania de alimentos prontos tornou a salada de gelatina popular nos EUA. Revistas publicavam receitas de saladas “congeladas”, com ingredientes como camarão, couve-nabo, carnes e legumes.
Alimentos em pó e enlatados estavam fazendo importantes avanços tecnológicos. Pela primeira vez, as pessoas tinham misturas para alimentos que tinham sempre que ser feitos a partir do zero. A salada de gelatina foi vista como uma maneira nova e empolgante de comer vegetais e legumes. Por outro lado, estava claro que um produto como esse tinha seus dias contados. A empresa Jell-O chegou a lançar gelatinas com misturas de tomate e pepino, que obviamente não duraram muito tempo no mercado.


6. Arganaz recheado


O arganaz é um roedor que parece um pequeno hamster sonolento. Na Roma antiga, esses animais eram torrados e consumidos como uma iguaria. Os romanos os criavam em um pote de terracota especial chamado glirarium. Em estado selvagem, arganazes hibernavam durante todo o inverno. No glirarium, que era mantido escuro, eles hibernavam durante todo o ano, que é como eles eram engordados.
Quando já estavam bem rechonchudos, eram recheados com nozes e assados com mel e especiarias. Normalmente, eram servidos como aperitivo. O consumo desse prato mais tarde foi proibido. Hoje, arganazes selvagens ainda são caçados para virarem comida em algumas partes da Eslovênia e da Croácia.


5. Garça assada


Um dos primeiros livros de culinária publicados em inglês foi escrito por volta de 1390 e chamado de “The Forme of Cury”. Tem muita variedade em suas 196 receitas, de coisas familiares como bolo branco e frango a focas, golfinhos, baleias, grous e até garças.
Ninguém sabe ao certo quem escreveu esse livro, mas, dada a grande variedade de espécies raras e ingredientes caros, pensa-se que foi um séquito real de cozinheiros. Eles trabalhavam com qualquer peixe ou ave que lhes era trazido, tentando fazer a melhor comida possível para a mesa do rei. O livro é notável por ser o primeiro de receitas em inglês a incorporar técnicas de outras culturas, essencialmente inventando a “fusão culinária”. Uma garça adulta pesa apenas cerca de 2 kg, de forma que seriam necessárias muitas para fazer um banquete real. O livro aconselha a assar a garça inteira, envolta em bacon e gengibre.


4. Ovo de iguana preta


O exterior áspero com aparência de couro do ovo de iguana preta o faz parecer intragável para a maioria das pessoas, mas, na cultura maia, iguanas eram criadas exatamente por causa dessa iguaria.
Os primeiros europeus a fazerem contato com os maias descreveram seus hábitos alimentares como sendo do estilo “Quaresma”, já que comiam tão pouca carne. Eles cultivavam plantas, abelhas e insetos, mas não grandes mamíferos para fontes de proteína. Eles levaram para seu continente a iguana preta, que gastava menos tempo na água do que a iguana verde e podia ser mantida um vivo por um longo tempo sem comida ou água. Hoje, a caça e criação de iguanas são ilegais em muitas partes da América Central e do Sul, de modo que o sabor do ovo de iguana preta provavelmente ficará no passado.


3. Sanduíche de torrada


Apesar de não causar ânsia como a maioria dos outros itens dessa lista, o sanduíche de torrada merece uma menção por pura esquisitice.
Como todos sabem, o vício em jogos de azar do Conde de Sandwich e a consequente necessidade de um alimento que exigisse apenas uma mão para comer inspirou a criação do sanduíche original. Mais tarde, em 1861, o livro Miss Beeton’s Book of Household Management foi publicado, com uma receita de “sanduíche de torrada”.
Como o nome sugere, ele é feito de uma fatia de torrada com manteiga com sal e pimenta colocada entre duas fatias de pão que não estão torradas. Variações incluem a adição de ovos, feijão, sardinha e/ou cenouras.
O livro de receitas antigo continua sendo um dos mais populares já vendidos e ainda é comercializado hoje, sanduíche de torrada incluído.


2. Âmbar cinza


Na China antiga, o povo acreditava que pedaços de âmbar encontrados na costa eram saliva de dragão. O âmbar cinza na verdade vem de baleias (mais precisamente, da outra extremidade de baleias). Esta mistura de gordura e suco biliar se forma quando baleias tentam digerir substâncias rígidas (tais como bicos de lula). Os animais não consegue processá-las e acabam as liberando, mais ou menos como um cálculo biliar. Conforme flutua na superfície do oceano, o âmbar torna-se duro e ceroso.
O poderoso e almiscarado aroma do âmbar cinza tornou-se um ingrediente-chave em muitos perfumes, incluindo o famoso Chanel No. 5. Quem já provou essa iguaria jura que seu sabor é inesquecível.
No passado, o âmbar cinza era comido em muitas tradições diferentes. Na antiga Pérsia, era servido com sorvete de limão. Os franceses o colocavam no chocolate quente. Com o declínio das populações de baleias cachalote, a iguaria se tornou rara e é ilegal nos Estados Unidos.


1. So


Este prato é uma raridade da culinária japonesa. É o único laticínio conhecido da história da cozinha do país. Produzido entre os séculos VIII e XIV no Japão, principalmente para as pessoas das classes nobres, o so era feito fervendo o leite até que se tornasse uma substância pastosa semissólida.
A iguaria era um símbolo de status e não de nutrição. Originalmente idealizada como forma de preservar o leite para que durasse mais nos dias pré-geladeira e pasteurização, relatos mostram como a comida era produzida, mas não como era seu sabor. Provavelmente lembrava iogurte, mas era extremamente concentrada, fina e azeda.
Como o gado, historicamente, só era criado no Japão para arar ou puxar carroças, nunca para produção de carne e leite, o prato desapareceu com a extinção da aristocracia.



Fonte : [Listverse]

Este homem pode ser um criminoso condenado, mas ele parece um demônio

"Um viciado em heroína internado com tatuagens que cobrem grande parte de seu rosto e cabeça foi acusado sexta-feira com três acusações de tentativa de homicídio por supostamente atirando contra policiais em um quarto de hotel Alaska, o Anchorage Daily News."
Os apresentadores do programa debatem se este homem é culpado e o impacto que suas tatuagens terá no seu julgamento. diga o que você pensa na seção de comentários abaixo.

Veja quais são os casais mais estranhos de Hollywood

Hollywood não é só a imagem e semelhança de casais como Brad Pitt e Angelina Jolie. A prova disto são as duplas improváveis que costumam se formar nos bastidores dos filmes e depois desfilar de mãos dadas pelos tapetes vermelhos. Seja pela diferença de idades, pela aparência física ou ainda por suas profissões, o fato é que algumas celebridades simplesmente não combinam. 

Veja as fotos e relembre alguns dos casais que chamaram a atenção por serem um tanto quanto exóticos. 


Em 2007, a relação de Evan Rachel Wood com o polêmico roqueiro Marilyn Manson tornou-se pública. Wood disse que foi atraída pelo frequente uso de maquiagem preta nos olhos de Manson. Ela descreve a relação como saudável e amorosa. Marilyn Manson já pintou dois quadros de Wood e ambos estão expostos em uma galeria.


Angelina Jolie e Billy Thornton além de formarem um casal estranho ainda faziam questão de carregar um o sangue do outro pendurado no pescoço.



Britney Spears não é famosa por ser uma pessoa comum. Pois está aí mais uma para a lista da cantora. Além de raspar a cabeça e atacar carros com guardas-chuvas, a diva namorou o paparazzi Adnan Ghalib e mostrou que nem toda celebridade os odeia.


A diferença de 26 anos de idade entre Celine Dion, 42, e Rene Angelil, 68, não é a parte mais bizarra desta relação. O empresário conheceu a cantora quando ela tinha apenas 12 anos e ele já somava 38!


A diferença de 34 anos de idades não é a principal excentricidade do casal Woody Allen e Soon-Yi Previn. Soon é a filha adotiva da ex-parceira de Allen, Mia Farrow.


Quando Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, considerado o rei do rock, se casou com Michael Jackson, considerado o rei do pop, em 1994, sugiram boatos de que a união era puro marketing. Lisa insistiu que não e disse que os dois tinham uma vida sexual muito ativa, mas 18 meses depois eles se separaram.


O astro da NBA Dennis Rodman e a rainha do pop Madonna só namoraram por alguns meses em 1994. Mas, em sua autobiografia Rodman revelou que os dois até tentaram ter um filho juntos.



Fonte: Terra

As 5 imagens mais misteriosas já fotografadas

A fotografia sempre registrou momentos únicos e especiais. Mas, algumas dessas fotos revelam cenas surpreendentes e misteriosas. Nos mais de 200 anos do surgimento da fotografia, algumas imagens marcaram a história do homem e ainda não têm explicação. Veja algumas:


1- O monstro do mar de Hook Island – Fotografia tirada em março de 1965


A fotografia de um suposto monstro do mar ficou famosa no mundo todo depois de 1965. Muitas pessoas alegaram que a foto não passava de uma montagem. Entretanto, ninguém pode afirmar o que seria aquele grande animal marinho que aparecia na foto. A cena foi fotografada em 1965 por Robert Le Serrec e foi amplamente discutida entre zoólogos.


2 - Satélite do cavaleiro negro – Fotografia tirada em 11 de dezembro de 1998


Essa fotografia é uma observação do primeiro satélite espacial fabricado pelo homem em 1960. Ela mostra um objeto sem identificação em órbita. Nem os pesquisadores norte-americanos, nem os russos foram capazes de dizer o que era o objeto. Depois daquilo, o objeto chamado de Cavaleiro Negro passou a aparecer e desaparecer em intervalos regulares de tempo. Ele foi visto em algumas imagens captadas pela sonda STS-88 da Nasa no ano de 1998. Dando um zoom na imagem é possível ver detalhes daquilo que parece ser uma nave extraterrestre. No entanto, mais tarde o estranho objeto foi identificado como restos de algum aparelho fabricado pelo homem.


3 - Hipster que viajou no tempo - Canadá em 1941


Essa foto foi tirada no Canadá em 1941, mas observe o homem de óculos. Diga se ele não parece que viajou no tempo e foi parar no passado? Repare nas suas roupas e na câmera fotográfica em sua mão.


4 - O celular do Charlie Chaplin em 1928


Em um dos filmes de Charlie Chaplin, em 1928, aparece uma mulher que, aparentemente, está falando num telefone celular. O cineasta George Clarke afirma que a imagem demonstra a existência de viajantes do tempo. A história se espalhou pela internet. Algumas pessoas disseram que, na verdade, a mulher estava segurando uma corneta. Mas isso não explica porquê a pessoa parecia estar sorrindo e conversando no momento em que segurava o suposto objeto


5 - O mistério do Monte Ararat - 1949


Essa foto feita em 1949, durante missão de reconhecimento da Força Aérea americana na região do Monte Ararat, na Turquia. Muitos acreditam que esses registros apontam para resquícios da Arca de Noé. Se observar bem, o formato da rocha lembra um pouco a carcaça da arca.

7 anos depois: veja como ficou o bebê que fumava até 40 cigarros por dia na Indonésia


Em 2007, o mundo ficou chocado com a história de um bebê indonésio, de apenas 2 anos de idade, que era fumante. De acordo com os pais da criança, Ardi Rizal passava muito tempo sozinho em casa e, por isso, teria intensificado tanto sua dependência de nicotina.

Na época em que a notícia ganhou as manchetes internacionais, o menino chegava a consumir 40 cigarros por dia! E, como sua mãe contou em inúmeras entrevistas, quando a criança não podia fumar entrava em desespero, ficava agressiva, xingava, desmaiava… enfim, por causa da pouca idade, não conseguia – e nem tentava – lidar com as consequências da abstinência.


Como muita gente se comoveu com a história de Rizal, sua família começou a receber assistência de inúmeros países para ajudar o bebê a parar de fumar. No início nenhum tratamento conseguiu efeitos expressivos para ao menos amenizar o vício do menino.

Mas a família não desistiu que cuidar da saúde do garoto, que chegou a ser tratado por médicos latino-americanos, especialistas no assunto. Foi só depois dessa internação que o indonésio começou a se restabelecer e a largar o vício.


Sete anos depois de tudo isso, Rizal está “limpo”. Mas, nesse período, ele ganhou muito peso, devido à ansiedade que o tratamento para parar de fumar pode causar. Agora, como você pode ver na imagem abaixo, ele está até começando a emagrecer. O indonésio tem hoje 9 anos.